
Foto: Kalu Brum
O coração já está lá, porque ali é a morada de Deus. Quando nascemos dia a dia nos afastamos da divindade que nos habita, então, norteados pelos desejos e sentidos, esquecemos de parar e ouvir o indescritível e silencioso som que ecoa no espaço posterior à expiração e anterior a nova inspiração.
A grande ilusão nos leva para mares turbulentos, sem direção e tantas vezes batemos nas pedras acreditando ser aquela a real direção. A meta elevada é o farol que guia nosso barco, o Guru aquele que nos ensina a navegar e as escrituras, nosso remo e vela.
Antes de encontrar minha meta elevada e entregar-me ao vento de Deus, confiando plenamente em Sua condução, naveguei por mares muito turbulentos.
Sentia que me faltava uma orientação para minha vida. Então pedi por um caminho espiritual e sabedoria para encontrá-lo. Logo em seguida perdi meu emprego, terminei meu noivado e fiquei pensando: Deus, para onde estou sendo levada?
Mas meu coração já estava lá e pôde contemplar, antes do meu intelecto, que por mais tortuosa que parecesse aquela trilha era ela que me levaria para luz.
Então encontrei meu Guru e da escuridão aprendi a caminhar na luz, confiante que no espaço do coração moram todas as respostas, até mesmo para as perguntas que nunca ousei fazer.
Então encontrei meu Guru e da escuridão aprendi a caminhar na luz, confiante que no espaço do coração moram todas as respostas, até mesmo para as perguntas que nunca ousei fazer.
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